2.4.09

From your mouth

Sometimes, life's not fair
I correct myself
I mean all the time
I feel like complaining
But it only bothers you
The things I do
They make your blood run cold

There's a lot of things
That no one likes but

I want the answers now
Must be all confused somehow
Did you say what I heard about
I've heard a million things
Gossips being sent to me
I don't wanna believe it
Until I hear it
From your mouth


Tell me
Why are you friendly to my face
What I mean
Is barely nice
When I'm not around
Hear you like to put me down
Embarassment
Is what I get

20.3.09

Senóide

Uma senóide, na linguagem mais simples possível, é uma curva que sobe e desce, com intervalos igualmente espaçados e sempre na mesma altura (em módulo).


Basicamente, é uma curva de altos e baixos. Como a vida...

Enfim, chega de matemática. O que eu quero dizer (e pra isso fiz uma apresentação tosquinha sobre senóides) é que cheguei num alto. Fui convidado pra participar da elaboração de um paper, lá no trabalho. Vai ser massa, mas foda também. Vou ter que correr atrás de material que só deveria ver daqui um ano na estatística.

Mas foda-se. Oportunidades assim não aparecem com frequência.

19.3.09

Webcomics

Na verdade essa é uma paixão antiga. Leio quadrinhos na net desde a época em que comecei a acessar a mesma. Ao longo dos anos separei algumas que se tornaram favoritas.

Decidi postá-las, sem ordem específica.

The Perry Bible Fellowhip (PBF para os íntimos): Um webcomic que abusa do nonsense e do humor negro, e o faz de maneira genial.



Truck Bearing Kibble: Para um desavisado, pode parece que o autor de PBF simplesmente mudou de site. Mas esta webcomic, apesar de usar um estilo bem semelhante de humor, tem uma arte muito mais trabalhada. Se gostou de PBF, vai gostar de TBK.



Buttersafe: Ainda na linha do nonsense, mas bem menos ácido, sem deixar de ser bem engraçado. Vale a pena ler o comentário do autor abaixo das tirinhas: às vezes é mais engraçado que o próprio quadrinho.


Cyanide and Happyness: Tirinha bastante conhecida até, apesar da arte ser bem fraca. As piadas são de um humor negro quase extremo.


XKCD: Uma webcomic genuinamente CDF. O autor consegue misturar com maestria temas como amor e matemática. O resultado é genuinamente engraçado.


PHD Comics: Tem como tema a vida acadêmica, e só faz sentido para quem viveu um pouco dela. É engraçado notar com certas coisas acontecem em todas as faculdades, independentes de serem onde são.


Preto no Branco: Não é exatamente uma webcomic, pois não foi feita exclusivamente para a internet, mas é engraçado demais. Allan Sieber manda bem.

Com isso, encerro. Tenho mais comics pra indicar, mas fica pra um próximo post.

17.3.09

Crise

A impressão que eu tenho é que é depois das grandes derrotas que almejamos um crescimento, um melhoramento.
De fato, não há porquê ficar divagando sobre os motivos que nos levam a agir de certa maneira enquanto tudo parece estar bem. A análise se dá somente após a perda.

Eu mesmo voltando a escrever aqui é um claro sinal disso. Uma tentativa de racionalizar o que aconteceu e tirar conclusões disso.

Enfim, divago.

Queria era saber se há, de fato, um crescimento quando estamos ganhando. Porque se há, não me dou conta dele.

A lição que ficou, dessa vez, é a de que devo ser bem mais empático. Pensar um pouco menos no próprio umbigo pode ser, talvez, a melhor forma de manter este umbigo feliz.

Em tempo: umbigos são engraçados.

16.3.09

Um breve (?) retorno

Assiduidade nunca foi meu forte, especialmente nestes ultimos tempos. Houve uma época em que eu escrevia mais e melhor, em outro endereço (que acabou sendo varrido da existência da internet).

Mas a questão é que eu não sirvo à este blog, é justo o oposto. E eu tenho sentido vontade de escrever.

Terápico.

Este último blog meu é interessante na medida que permite que eu (e apenas eu) consiga rever o que se passava pela minha cabeça nos últimos meses.

Enfim, não quero me alongar neste meta-texto que introduz este retorno (outro). I'll bring the big guns soon enough.

12.3.08

Cansaço

Há algo de recompensador no esgotamento. Se não uma sensação de dever cumprido, ao menos o acalento de saber que não dava pra ir mais longe.

E tem sido assim nos últimos dias. Tenho estado cansado, testando os meus limites.

9.1.08

Curvas de sino

Física - 15 acertos, média 8,1 desvio 3,7
Literatura - 10 acertos, média 10,9 desvio 3,9
Inglês - 23 acertos, média 13,9 desvio 5,6
Português - 18 acertos, média 14,2 desvio 4,3
Biologia - 13 acertos, média 10,4 desvio 3,8
Química - 15 acertos, média 9,1 desvio 4,5
Geografia - 13 acertos, média 10,0 desvio 3,5
História - 16 acertos, média 11,2 desvio 3,9
Matemática - 17* acertos, média 7,9 desvio 4,2

*Isso que eu fiz cagada, marquei 3 respostas de maneira errada na grade. Deveria ter acertado 20.

Com esses dados em mãos, posso dizer que se eu atingir a nota de corte em redação, muito provavelmente serei um feliz estudante de estatística.

Gaussianas, me aguardem!

8.1.08

Verdade prevalece

Agora que as coisas começam a tomar um rumo que eu gosto, especialmente por conta da minha mudança acadêmica, eu começo a perceber que tem muitas coisas bacanas a serem feitas. E eu to fazendo elas.

Quer dizer, eu já estou fazendo elas há um bom tempo. Um meio ano mais ou menos, mas agora que os resultados começam a aparecer, eu to ficando bem contente.

Claro, nem tudo é vitória. Pelo menos não aparentemente. Eu sei o que eu quero e na medida do possível, tento conquistar essas coisas. Porém tem coisas que não dependem só de mim, e aí que está o crack da bolacha. Se não depende só de mim, não há como eu conquistar um resultado me baseando apenas no que eu quero/faço. Mas tenho aqui pra mim que a verdade prevalece. E se for pra ser, vai ser.




Enquanto isso, estou bolando um projeto com o intuito de me divertir. Basicamente é criar um site que ensina solteiros ou pessoas sem qualquer habilidade culinária a fazer alguns pratos melhores do que o bom e velho miojão. Agora que estou com uma bela câmera em mãos, vou começar a bolar uns vídeos. De saída pretendo começar com as coisas mais básicas mesmo, só pro cara não passar vergonha, tipo arroz, bife e coisas assim, que por incrível que pareça, muita gente não tem idéia de como fazer.
Só vou precisar de um cabeça atrás da câmera e falta de vergonha pra mostrar minha cozinha, que é um verdadeiro inferno.

4.1.08

Pés enormes

Hoje estava voltando para casa, e vi essa menina que não devia ter mais do que 6 ou 7 anos. Estava pulando na calçada de basalto, tendo o cuidado de nunca pisar nas juntas das pedras, apenas na parte lisa da pedra.
Quando vi isso me lembrei da época em que eu fazia a mesma coisa. Inclusive, criei algumas variações da brincadeira, que incluia desde uma corrida com meu irmão (quem chegava mais rápido na padaria sem pisar nas juntas vencia), ou então o se equilibrar no cordão da calçada, como se fosse uma verdadeira pinguela.

Rapidamente a menina saiu do meu campo de vista, e num tino de nostalgia, inventei de brincar como nos velhos tempos.
Aí me lembrei pq eu parei de brincar assim. Meus pés cresceram muito...

5.3.07

Um homem que honra os seus culhões.

Stephen Colbert é um cara que tem culhões. Em geral todo homem tem, mas Stephen Colbert vai além: ele honra seus culhões.

Muita gente já deve ter visto ou pelo menos ouvido falar sobre o comediante que escrachou o atual presidente dos EUA (o Bush, caso tu viva numa caverna) cara a cara, no jantar dos correspondentes da casa branca. Pra quem não viu, aqui a vai a chance de assitir um vídeo deste acontecimento fantástico. É preciso um bom ouvido pra inglês pra poder entender isso.



Mas tudo isso é notícia velha. Todo mundo já devia ter visto, esquecido, visto de novo e dada umas boas risadas mais uma vez. Eu pelo menos fiz isso. E comecei a pesquisar um pouco sobre este tal Stephen Colbert. E que idéia boa eu tive ao fazer isso. Descobri que o cara tem um programa de TV nos EUA chamado "The Colbert Report". Apesar de ser uma sátira da típica imprensa conservadora norte americana, o programa é um tapa na cara dos valores da sociedade que mantém essa imprensa.
Colbert se inspirou abertamente em Bill O'Reilly (um dos maiores nomes da imprensa conservadora) para compor seu personagem, que ao exponencializar alguns preconceitos deixa claro o quão limitada é a visão de boa parte do eleitorado americano.
O programa é muito engraçado, e pode ser visto gratuitamente no site da Comedy Central. No site o programa se encontra dividido em blocos. Eu recomendo especialmente o bloco Threatdown, onde Colbert faz uma lista das coisas que mais deveriam preocupar os americanos naquele momento. Este vídeo em especial é hilário.

Nota 10.